O limite é como uma amarra na qual se prende uma ideia, bem como pode representar uma barreira que impede a novidade. O novo surge de uma necessidade que se manifesta de sair do universo das ideias para a criação e materialização.
O novo não deve nem pode ter limites, fronteiras para a sua revelação; ele rompe limites.
As criações realmente inovadoras são frequentemente caracterizadas como loucura, já que louco é tudo aquilo que não corresponde à normalidade. Tudo que é estranho e desconhecido é considerado novo e louco.
A loucura vive em todos e se manifesta somente em alguns, e somente ela é a prova de barreiras. Parafraseando Freud, os artistas são insanos licenciados e, assim como o novo, extrapolam todo e qualquer limite.
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